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Protecção Civil

 

 

Protecção Civil - FNA Região do Porto

 

 

Autoridade Nacional de Protecção Civil - Apresentação

Suporte Básico de Vida - Apresentação

Manobra de Heimlich - Apresentação

 

 

 

Quem desejar inscrever-se deve preencher a ficha de inscrição e enviar

 

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formação

 

 

2ª Formação sobre "Protecção Civil"

Realizou-se nas instalações do CDOS do Porto, sábado dia 19 de Junho, a formação para mais um grupo, com o tema “Protecção Civil” apresentado pela Eng. Olga Sampaio. Esta formação foi igual à anterior, incidindo na sensibilização para o que é a Protecção Civil, o papel do cidadão, os seus direitos e obrigações, o papel que espera da FNA na informação, divulgação e implementação das medidas preventivas. Para finalizar foi mostrado ao grupo a sala de operações, local onde chegam todas as informações de ocorrências que envolvam os meios de socorro.

 

 

 

 

Formação sobre "Suporte Básico de Vida"

Decorreu mais uma vez nas instalações do CDOS do Porto, sábado dia 6 de Fevereiro, o segundo dia de formação, com o tema “Suporte Básico de Vida”, num total de 32 elementos da FNA. Esta formação coordenada pela Eng. Olga Sampaio do “CDOS do Porto”, esteve aos cuidados da Cuz Vermelha Portuguesa, que apresentou uma equipa com larga experiencia de socorro, composta pela Dr.ª Ângela Cabral, coordenadora da “Plataforma de Emergência Um”, pelos socorristas enfermeira Filipa Costa e Bruno Gonçalves, e ainda o bombeiro Cristiano Silva, todos habituados a situações de emergência. Foi dessas situações que tomamos conhecimento e nos levaram termos como “VOS” (ver, ouvir e sentir), “Manobras” que são exercícios de recuperação cárdio-respiratória, ou ainda “PLS” (posição lateral de segurança), estes e outros termos que não são mais que pequenos procedimentos destinados a salvar vidas quando prestados no momento exacto. Passou-se à prática de socorro, quer com os manequins “Ana e Manuel” que não reclamam da falta de experiencia dos formandos, possibilitando progressiva melhoria de desempenhos, passando-se depois a algumas experiencias com os elementos da FNA como vítimas. Em breve iremos anunciar as datas para formação de um novo grupo, mas antes teremos a resposta a uma solicitação feita pelo Sr. Coronel Teixeira Leite, Comandante do CDOS Porto, para participarmos num simulacro que se realiza no dia 13 de Março de 2010, nas imediações do Aeroporto Pedras Rubras, este convite é extensivo a todos os elementos da região do Porto e seus familiares, não necessitando para isso de estar inscrito no projecto de Protecção Civil da FNA. Não faltes, “Protecção Civil É De Todos Para Todos, Como Escuteiro Sê O Primeiro”.

 

 

 

 

 

 

Formação sobre "Protecção Civil e Extintores"

Decorreu no CDOS do Porto, sábado 30 de Janeiro, a primeira formação sobre Protecção Civil, para um total de 28 elementos da FNA. Esta formação esteve a cargo da Eng. Olga Sampaio, com a sensibilização para o que é a Protecção Civil, o papel do cidadão, os seus direitos e obrigações, destacando o papel que espera da FNA na informação, divulgação e implementação destas medidas preventivas. Pausa para um reforço do pequeno-almoço oferecido pelo CDOS do Porto, teve lugar a segunda fase a cargo do Sr. Coronel Teixeira Leite, que tem a seu cargo o comando deste centro distrital, fazendo uma abordagem das actividades e objectivos deste centro, dos seus planos de actuação, descrevendo os meios e respectivas funções, terminado com um desafio para a participação da FNA numa actividade que está a ser preparada no âmbito da comemoração do “Dia da Protecção Civil”, este será o primeiro grande teste à capacidade de mobilização e resposta, para a nossa associação sendo uma prova de confiança, que prontamente foi aceite. Para terminar esta formação e como para colaborar se torna necessário conhecer, fomos encaminhados numa visita pelas instalações acompanhados pelo Sr. António Dias, que é um dos operadores da sala de operações, local onde chegam todas as informações de ocorrências que envolvam necessidades de prevenção ou socorro, e de onde partem todas as ordens de coordenação das forças intervenientes nas operações de socorro, que fazem parte integrante da Protecção Civil. Depois do almoço no quartel dos Bombeiros Voluntários Portuenses, tivemos a formação de Manuseamento de Extintores. Esta formação prática, serviu para alguns dos formandos terem o primeiro contacto com um extintor, que se encontra muitas vezes ao alcance de quem presencia o início de um foco de incêndio, mas por falta de formação de nada serve e a terminar este dia tão enriquecedor, mas que a partir deste momento nos exigirá mais responsabilidade, foi feito um desafio que consistia em apagar a chama de uma fuga de gás numa garrafa, situação que habitualmente deixa qualquer um assustado, senão dizer mesmo em pânico com receio que esta expluda, apenas usando as mãos, após as explicações do Sr. Comandante José Policarpo, esta tarefa tornou-se tão simples que todos o conseguiram. A todos os que estiveram presentes, em especial aos formadores a Direcção Regional da Porto da FNA, expressa os sinceros agradecimentos, não esquecendo um nome que não foi aqui referido, mas em muito colaborou para esta realização, a Dr. Célia Sampaio, que agendou e organizou as mesmas.

 

Tipo de formação a receber:

 

1ª - Formação sobre “Noções Gerais da Protecção Civil” que consistem em conhecer a organização, como funciona, quem intervêm na prestação de socorro ou implementação de segurança pública, que incluirá uma visita pelas instalações do Centro Operacional de Comando da Protecção Civil do Porto.

 

2ª - Formação sobre “Suporte Básico de Vida”, no âmbito do socorro.

 

3ª - Formação sobre “Primeiros Socorros”, no âmbito do socorro.

 

4ª - Formação sobre “Manuseamento de Extintores”, no âmbito do combate a incêndio no seu inicio.

 

Tem uma duração aproximada de 2h por cada tema, e serão realizadas no Porto, sem qualquer custo para os associados da FNA, a não ser a sua deslocação, alimentação se assim o exigir e disponibilidade do tempo.

 

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Documentos

 

A protecção civil

Segurança em locais de lazer

Numero de emergência

Plano familiar emergência

 

Livro protecção civil em casa

Segurança no local de trabalho

 

Projecto regional

 

Cartaz para adultos

Cartaz para crianças

Mapa/Itinerário

 A nossa história

 

Folhetos

 

Prevenção e Protecção visando o conhecimento e adopção de medidas de prevenção e autoprotecção face a um conjunto diferente de riscos.

 

Adultos Acidente no transporte de mercadorias perigosas - como actuar  Sismos - autoprotecção  Segurança no local de trabalho  Seca - vamos poupar agua  Ondas de calor - autoprotecção  Inundações - autoprotecção  Incêsdio no hotel - autoprotecção  Incêndios florestais - autoprotecção  Incêndios florestais - prevenção  Incêndios em casa - prevenção e autoprotecção  Gás - evite acidentes em casa  Frio intenso - autoprotecção  Espaços públicos - regras de segurança  Acidentes rodoviários - gestos que salvam   Arribas   Crianças Incendio na escola - sabes o que fazer?  Sismos - estás preparado?  Seca - vamos poupar água?  Inundações - sabes o que fazer?  Incêndios na floresta - sabes como os evitar?  Incêndios em casa - sabes o que fazer?  Campo ou montanha - passear em segurança

 

Club da protecção civil

Portal da segurança

Movimento ECO

 

Protecção Civil - Porto

Av. Fontes Pereira de Melo, 519 - 4100-262 Porto

Site - Porto: http://www.prociv.pt/CDOS/Porto/Contactos/Pages/CDOS.aspx

 

A PROTECÇÃO CIVIL SOMOS TODOS NÓS!

 

A Protecção Civil

 

O que é?

 

A protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas, com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram.

 

Objectivos:

 

prevenir os riscos colectivos e a ocorrência de acidente grave ou de catástrofe deles resultante; atenuar os riscos colectivos e limitar os seus efeitos; socorrer e assistir as pessoas e outros seres vivos em perigo, proteger bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público e apoiar a reposição da normalidade da vida das pessoas em áreas afectadas por acidente grave ou catástrofe.

 

Domínios de Actuação:

  • levantamento, previsão, avaliação e prevenção dos riscos colectivos;

  • análise permanente das vulnerabilidades perante situações de risco;

  • informação e formação das populações, visando a sua sensibilização em matéria de autoprotecção e colaboração com as autoridades;

  • planeamento de soluções de emergência, visando a busca, o salvamento, a prestação do socorro e de assistência, bem como a evacuação, alojamento e abastecimento das populações;

  • inventariação dos recursos e meios disponíveis e dos mais facilmente mobilizáveis, ao nível local, regional e nacional;

  • estudo e divulgação de formas adequadas de protecção de edifícios em geral, de monumentos e de outros bens culturais, de infra-estruturas, do património arquivístico, de instalações de serviços essenciais, bem como do ambiente e dos recursos naturais;

  • previsão e planeamento de acções atinentes à eventualidade de isolamento de áreas afectadas por riscos.

 

Segurança em Locais de Lazer

 

Na montanha ou no campo – caminhar em segurança

Os espaços de ar livre são cada vez mais visitados por pessoas à procura do contacto com a natureza, nomeadamente através de actividades desportivas. São espaços onde se praticam diversas modalidades, em terrenos por vezes instáveis, que podem apresentar fortes declives ou altitude elevada. Os fenómenos meteorológicos podem evoluir rapidamente e, por vezes, com violência. O desconhecimento das possíveis implicações de todos estes factores pode trazer graves consequências para as pessoas desprevenidas.

Da crescente procura dos espaços verdes nasce um sentimento enganador de segurança, mas estes nem sempre são locais de lazer organizado e a sua beleza não deve deixar esquecer os princípios fundamentais de segurança.

Muitos dos desportos praticados em espaços de ar livre requerem um mínimo de técnica e de treino, pelo que não deve hesitar em recorrer aos centros de formação e escolas especializadas. Um monitor ou guia profissional podem ser de grande utilidade para as expedições mais aventurosas. Com uma boa formação economizará esforços e aumentará a sua segurança.

 

Caminhar com segurança – regras básicas

A segurança depende de comportamentos baseados, fundamentalmente, na informação, preparação e prudência.

Na maior parte das vezes, os passeios pedestres não exigem grande aprendizagem nem técnicas especiais, podendo ser praticados por pessoas de várias idades. Contudo, alguns percursos requerem maior preparação e experiência.

Caminheiros experientes estão familiarizados com os diversos procedimentos de segurança. As regras básicas que se seguem destinam-se, essencialmente, àqueles que, por desconhecimento ou por subestimarem perigos, se colocam a si ou aos outros em risco.

 

10 Regras básicas para quem dá passeios a pé no interior da floresta, na montanha ou à beira mar

 

1. Estude o itinerário

A prevenção de acidentes começa ainda antes de sair de casa. Consulte documentação escrita, nomeadamente guias e cartografia. A preparação prévia pode evitar que se perca ou, ainda, ser-lhe útil em caso de acidente.

Peça informações acerca das condições locais junto dos organismos competentes da região a visitar (ex: turismo, centro de interpretação).

 

2. Preparação física e técnica

Escolha as modalidades e percursos mais adequados para si. Não sobrevalorize as suas próprias forças. Cada um deverá ter noção das suas capacidades técnicas e preparação física.

Antes de alcançar o objectivo pretendido, há que pensar em guardar energias para o regresso. Cansaço e falta de atenção podem dar origem a acidentes.
De preferência, faça-se acompanhar de pessoas com mais experiência.

 

3. Equipamento apropriado

Aprenda a usar, e leve consigo, os diversos equipamentos e materiais adequados ao tipo e duração de actividade que vai praticar, do itinerário e época do ano, pois, desta forma, previne acidentes.

Alimentação, hidratação, calçado e vestuário são medidas básicas de prevenção de acidentes.

Quanto ao vestuário, deve estar preparado para possíveis oscilações de temperatura, chuva e, em alguns casos, neve.

Previna situações de hipotermia ou insolação.

Na montanha, as condições atmosféricas podem mudar bruscamente.
O calçado é uma peça de primordial importância. Utilize, de preferência, botas de montanha ou outro calçado apropriado.

Os alimentos devem ser energéticos e pouco pesados. Deve ingerir muita água. Lembre-se que, às vezes, não há possibilidade de abastecimento pelo caminho.

A mochila é essencial para transportar os alimentos, água e agasalhos. Não esqueça que pode necessitar de chapéu e óculos de sol, protector solar, roupa quente ou impermeável, cartas e guias. Também deve incluir um apito (para sinal de socorro) e estojo de primeiros socorros, lanterna (com pilhas de reserva) e telemóvel.

 

4. Saiba qual é a previsão do tempo

Defina o percurso só depois de conhecer as previsões meteorológicas. Elas ajudá-lo-ão na escolha do trajecto e equipamentos. Todavia, trata-se de previsões e não de certezas, pelo que deve ir preparado para a possibilidade de mudanças imprevisíveis.

 

5. Nunca vá sozinho

Partir só aumenta o risco. Caso se perca, ou em situações de acidente, não tem quem o possa socorrer. Três elementos são o número mínimo recomendado.

 

6. Diga a alguém qual é o itinerário e a hora aproximada de regresso

Comunique a alguém o seu percurso e a hora prevista de chegada. Avise quando regressar. Faça por não se afastar do itinerário delineado. Tente cumprir os horários previstos. Na montanha pode escurecer rapidamente e os pontos aparentemente próximos estão a maior distância.

 

7. Recorra a profissionais

Não hesite em recorrer a um profissional para o aconselhar e guiar (ex: monitor e guia), principalmente em percursos que comportem maior risco. Na escolha dos equipamentos também pode pedir opinião nas casas da especialidade.

 

8. Sinalização e equipamentos de orientação

As rotas sinalizadas com marcas próprias diminuem, grandemente, o risco de se perder e de se deparar com perigos. Siga-as, para maior segurança.

Evite aventurar-se por caminhos perigosos. Não se aproxime de declives. Tenha em atenção que buracos e precipícios podem estar encobertos por vegetação ou neve.
É essencial a utilização de equipamentos básicos de orientação – como bússola, cartas, mapas e GPS (Global Position System) – nas seguintes situações:

  • nos percursos sem sinalização;

  • em terrenos que não lhe são familiares ou onde não há pontos visíveis de orientação;/LI>

  • nos casos de deterioração das condições atmosféricas (ex: nevoeiro). 

  • percursos homologados pela Federação Portuguesa de Campismo

9. Com más condições atmosféricas, regresse imediatamente

Regresse imediatamente, de preferência por caminhos ou trilhos marcados, se sentir algum tipo de dificuldade, nomeadamente:

  • em caso de ferimento;

  • se se aperceber de que vai escurecer antes de terminar a caminhada;

  • se as condições atmosféricas ameaçam agravar-se (ex: chuvas intensas, ventos fortes);

  • quando há obstáculos ou interrupção de percurso (ex: derrocada).
    Em caso de trovoada, não permaneça debaixo de uma árvore alta e isolada. A maior parte das vítimas das trovoadas são atingidas quando procuram abrigo debaixo de uma árvore. Verifique que não se encontra à maior altitude na área envolvente. Desça até ao ponto mais baixo possível e afaste-se de objectos altos e vulneráveis. Se o raio atinge qualquer um desses objectos, pode apanhar o choque da descarga eléctrica através do solo.

10. Em caso de acidente: proteger, alertar e socorrer

Numa situação de acidente, faça por agir de forma racional e tente manter a serenidade. Um acidente não deve provocar outro.

Proteger – preveja tudo o que possa agravar o acidente, balizando, resguardando e protegendo o acidentado. Afaste o perigo da vítima ou afaste a vítima do perigo, mas sem se colocar a si em risco.

Alertar – ligue de imediato para o 112. Na sua impossibilidade, pense no local mais próximo para dar aviso e como lá chegar.

Socorrer – recolha o máximo de informação que puder. Examine o acidentado, nomeadamente a respiração, feridas e estado de consciência. Preste assistência, mas lembre-se de que os primeiros socorros mal prestados podem agravar lesões já existentes ou provocar outras.

Se tiver que deixar o acidentado sozinho, deve tomar as seguintes precauções:

  • colocá-lo a salvo de perigos, e de maneira a que não possa soltar-se (ex: resvalar por um precipício);

  • com os primeiros socorros possíveis;

  • deixar ao seu alcance roupa e provisões.

Tenha em atenção que o seu papel deve consistir em colocar o ferido em segurança e saber dar o alerta (Onde? Quando? e Como?). A fim de facilitar a assistência, tente recolher dados que dêem resposta às seguintes questões:

 

  • o que aconteceu? Quantos feridos e gravidade das lesões?

  • Como, quando e onde ocorreu o acidente?

  • Quantas pessoas estão no local e aptas a prestar ajuda, e de que meios dispõem?

  • Condições do tempo?

  • Condições de acesso?

 

10 Recomendações para um caminheiro prevenido

 

1. Caminhe por trilhos marcados, se possível. Ao evitar o corta-mato evita danificar a vegetação e o solo.

2. Pense nos outros e na serenidade da natureza. Não é o único a frequentar os caminhos.

3. Aprenda a conhecer, respeitar e preservar a fauna e a flora.

4. Não deixe traço da sua passagem. Guarde o lixo, não o deixe pelo campo.

5. Não faça fogueiras fora dos locais apropriados para esse fim. Nunca abandone um fogo sem se certificar que está extinto.

6. Respeite a propriedade privada. Ao atravessar terrenos agrícolas não danifique as culturas e plantações. As cancelas e portões devem ficar como os encontrou (fechados ou abertos). Não perturbe ou assuste o gado e animais domésticos.

7. Tenha em atenção que os cães, quando soltos, podem provocar danos ou tornar-se vítimas de acidentes.

8. Não beba água dos riachos, pois a sua limpeza aparente não significa que seja potável.

9. Tenha especial cuidado na época de caça. Alguns itinerários podem ser perigosos.

10. Informe-se acerca dos regulamentos de acesso às reservas naturais, parques naturais e paisagens protegidas. Os cães, ruídos de motores e colheitas de plantas podem, em alguns casos, estar interditos.

A sensibilização é uma tarefa fundamental da Autoridade Nacional de Protecção Civil, mas o cidadão, como primeiro agente de protecção civil, tem o compromisso de promover a cultura de segurança.

 

 

Número de Emergência 112 

 

Em qualquer caso de emergência, de Norte a Sul do País, o número 112 – Número Europeu de Emergência - pode ser ligado através dos telefones das redes fixa e móvel. A chamada é gratuita e é atendida de imediato pelos centros de emergência que accionam os sistemas médico, policial e de incêndio, consoante a situação verificada.

 

Como utilizar:

 

O Número de Emergência 112 deve ser utilizado, entre outras situações (desacatos, assaltos), nas seguintes:

  • Acidente de viação: todos os casos relacionados com veículos, quer se refiram a peões atropelados, quer a indivíduos transportados nas viaturas sinistradas.

  • Acidentes no trabalho: os variados casos de sinistro individual ou colectivo ocorridos nos locais de trabalho (fábricas, oficinas, obras, escritórios, armazéns, etc.).

  • Acidentes no desporto: os sinistrados resultantes da prática das diversas actividades desportivas, tanto de competição como de recreio.

  • Quedas: quando as suas consequências exijam transporte em ambulância.

  • Doença súbita: os casos dos indivíduos acometidos de doença que aparente exigir intervenção hospitalar (dor no peito, falta de ar, perda de conhecimento e outras situações de perigo de vida).

  • Agressão: os casos de indivíduos feridos por agressão que exijam tratamento hospitalar.

  • Intoxicações: os casos de envenenamento, acidental ou não, fugas de gás, etc.

  • Afogamento: todos os casos em que o acidente resultou de submersão.

  • Alcoolismo: todos os casos em que, por virtude de intoxicação alcoólica aguda, esteja em perigo a vida do indivíduo.

  • Partos súbitos: os casos de parto iminente.

  • Incêndios urbanos

  • Incêndios florestais: se avistar o início de um incêndio florestal, ligue de imediato (em alternativa pode utilizar, ainda, o 117).

 

As Centrais de Emergência activam os meios de socorro adequados de acordo com a sua informação.

Antes de ligar 112, informe-se sobre os pormenores que a Central tem necessidade de conhecer:

  • ONDE (local exacto da ocorrência): rua, n.º da porta, estrada (sentido ascendente ou descendente), pontos de referência.

  • O QUÊ (tipo de ocorrência: acidente, incêndio florestal ou outro, parto, doença súbita, intoxicação, etc.).

  • QUEM (Vítima/doente, número de vítimas, queixas).

A eficácia do socorro depende da sua colaboração.

Em caso de acidente, tente saber e comunique:

 

Tipo de acidente (atropelamento, acidente de viação – moto, ligeiro, pesado – queda, etc.).

  • Quem? (número de vítimas, estado das vítimas – consciente, inconsciente, hemorragias, etc.).

  • Complicações (queda num rio, encarcerado num carro, etc.).

  • Riscos associados (incêndio, derramamento de substâncias perigosas, etc.).

 

Em caso de parto, tente saber e comunique:

  • Tempo de gravidez.

  • Se está ou não com contracções (de quantos em quantos minutos).

  • Se teve algum problema durante a gravidez.

  • Quantos filhos teve?

Em caso de doença súbita, tente saber e comunique:

  • Queixa principal.

  • Há quanto tempo se iniciou.

  • Quais são os sintomas associados?

  • Doenças conhecidas.

A sua colaboração é fundamental sempre que se encontre em risco a vida humana. Preste atenção às perguntas efectuadas, responda com calma e siga as instruções indicadas.

 

No portal da Comissão Europeia, em http://ec.europa.eu/information_society/activities/112/index_en.htm,

encontra-se disponível informação sobre o 112 - Número Europeu de Emergência, tal como o seu acesso, promoção e sensibilização do público para a sua correcta utilização (boas práticas).

O Instituto Nacional de Emergência Médica, (INEM) é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de cuidados de saúde.

O INEM, através do Número Europeu de Emergência - 112, dispõe de vários meios para responder com eficácia, a qualquer hora, a situações de emergência médica.

Informações adicionais sobre o Número Europeu de Emergência - 112 podem ser obtidas em http://www.inem.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=468609.

 

 

Informações extra Região foram retiradas do site da Protecção Civil.